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Projet Magnetique


Projeto paralelo de músicos do Madame Saatan e Clepsidra, apresenta show único em Belém.


Quem acha que só de Bossa Nova e Samba vive a MPB e que o Rock é essencialmente barulho e distorção terá uma boa oportunidade para rever os seus conceitos. No próximo dia 28, o Bar São Matheus recebe músicos de duas bandas destaque no cenário local, Madame Saatan e Clepsidra, para o lançamento do Projet Magnetique. O Madame Saatan traz a voz de Sammliz e a guitarra de Ed Guerreiro, já o Clepsidra contribui com o baixo de Maurício Panzera e a bateria de Arthur Kunz. “Este é um projeto idealizado por mim e pelo Ed, paralelo ao Madame Saatan, e eu estou aproveitando minhas férias em Belém para lançá-lo por aqui”. Revela Sammliz, que ainda pretende levar o projeto para outras cidades do Brasil.


A proposta do Projet Magnetique é, basicamente, repaginar o rock, blues, heavy e MPB. “Queremos dar uma roupagem mais ‘pervertida’ à MPB e ‘transtornar’ ainda mais o Rock ‘N’ Roll”. Resume Arthur Kunz que além de baterista da banda Clepsidra atua ao lado de diversos músicos na cidade e encontra-se em fase de pré-produção do seu disco solo "Blues", que se baseia na forma de twelve bar blues com formas musicais variadas. Fazem parte do repertório do Projet Magnetique canções de Black Sabbath, Cartola, AC/ DC, Baden Powel, Led Zeppelin, Guinga entre outros representantes de outros gêneros da música. “O projeto todo transita entre o rock/heavy e a música brasileira e a partir disso buscamos o ponto de intersecção entre as duas coisas”. Completa Ed Guerreiro.


A proposta da troca de experiência entre as bandas é, também, um dos combustíveis para que o projeto seja um sucesso. “Fazer o projeto tem sido bem louco já que reencontrei a Sammliz, que conheço há muitos anos, e lembro que gravei o baixo na demo da primeira banda dela. Também já toquei com o Ed recentemente em outro projeto”. Explica Panzera.


CLEPSIDRA – A banda existe há oito anos, quando Renato Torres e Maurício Panzera uniram-se com a proposta de encontrar um som contemporâneo, reunindo toda a gama de referências musicais enraizadas no rock e na MPB. O Clepsidra já tem dois discos lançados ‘Bem Musical’ (2004) e ‘Tempo Líquido’ (2006) e já se apresentou em diversos eventos ao lado de artistas consagrados, tocando no mesmo palco que nomes como Arnaldo Antunes e Jane Duboc.


MADAME SAATAN – Em fase de composição para o novo disco, o Madame Saatan hoje é um dos maiores destaques da música paraense fora do Estado. Há dois anos morando em São Paulo, o quarteto já se apresentou nos maiores e mais importantes festivais de música independente do país e já participou de programas de televisão em rede nacional. A banda existe há seis anos e é conhecida por atribuir ao Heavy Metal elementos essencialmente brasileiros e regionais.


O Projet Magnetique terá uma única apresentação em Belém e depois seguirá pelo Brasil agregando músicos e criando novos arranjos para as músicas que fazem parte do repertório. “Nossos dois parceiros do Clepsidra lançam o projeto com a gente e depois abrem espaço para que possamos convidar músicos de outras regiões onde normalmente nos apresentamos com o Madame Saatan”. Finaliza Sammliz.

Compositores Paraenses dos Séculos XIX e XX

O CD reúne 13 músicas de sete compositores paraenses, que vão desde os conhecidos maestros Waldemar Henrique e Altino Pimenta até o totalmente inédito em registros fonográficos Clemente Ferreira Júnior, convertendo-se no primeiro registro em disco dessas composições. São três compositores do século XIX. Além de Clemente, foram gravados Meneleu Campos e Henrique Gurjão. Do século XX, foram gravados Waldemar Henrique, Altino Pimenta, Araújo Pinheiro e Wilson Fonseca.


O disco abre com o Madrigal da UEPA, sob a regência de Milton Monte, executando Ave Maria, de Henrique Gurjão, e encerra com "Valsinha em Si menor", com o trio violino (Paulo Keuffer), violoncelo (Arthur Alves) e piano (Eliana Cutrim). O registro fonográfico desses compositores é fruto de um trabalho cuidadoso desenvolvido pelo Núcleo de Arte e Cultura da UEPA, com a participação dos professores dos cursos de Licenciatura e Bacharelado em Música da universidade, com o apoio da Secretaria de Cultura do Pará (Secult).

Baixe aqui o álbum "Compositores Paraenses dos Séculos XIX e XX"

Sambiose

Desde 2001, mas só tomou uma forma definitiva em outubro de 2006 quando finalmente encontramos um baterista que se adequasse a nossa proposta. Como o nome mesmo diz, a nossa base é o samba, mas nossa paleta sonora é um tanto extensa e difusa, além de samba, diluímos jazz, rock, funk, soul, rocksteady, hardcore, bossa-nova e tanta coisa que nem é som e nem tem nome. A influência mais evidente é Jorge Ben, mas também Cartola, Gilberto Gil, Neville Brothers, Nina Simone, Billie Holiday, Tamba Trio, Trio Mocotó, Nofx, Sublime, Hermeto Pascoal, Mutantes, Tom Zé, Paulinho da Viola... e aí vai ainda muita coisa.

Não espere encontrar tudo isso do jeito que você conhece. Organizamos as sonoridades com ressonâncias distantes - esperando soar um pouco diferente - pra que ninguém possa nos acusar de plágio. Nossas letras falam desde de churrasco de gato à espiritualidade e transcendência. A primeira apresentação da banda ocorreu no dia 27 de junho de 2007 foi uma das atrações do 5º Sarau do Jokerman.
Fabio Bastos - Vocal
Francídio Abbate - Contra-baixo
Caio Romano - Guitarra
Argentino Neto - Teclado, vocais e sopros
Breno Sales- Bateria
Fonte: Belrock

Manumoa

Manumoa é compositor e parceiro musical do poeta paraibano Vergara Filho entre outros. Juntos vêm criando músicas de resgate à Amazonidade.


Atualmente esta junto com Paulo André Costa, Guerreiro Filho, Rafael Batera com a banda Peixe Frito.


Baixe aqui o CD-Demo "Manomoa & Peixe frito"

Inverso Falante

A banda Inverso Falante foi formada em novembro de 2006, quando o guitarrista Rodrigo Ferreira e o baterista Júnior Gurgel decidiram começar um trabalho autoral, mesclando suas principais influências para sintetizar um som criativo e diversificado.

Desde a sua formação, o Inverso Falante materializou um repertório de músicas autorais de um rock visceral em português. A banda demorou até encontrar o vocalista ideal. Foi quando Renan Pinheiro assumiu os “mics” para trazer a banda para um nível diferenciado de rock nacional, com vocais audaciosos, capaz de identificar as raízes mais puras do rock’n’roll. Com as mesmas influências e uma pegada marcante, Hélio Norman se encaixou no estilo proposto e incrementou os graves do grupo, tomando o posto de bassman.

O que chama mais atenção quando você escuta uma música da Inversa, é a influência sútil do rock dos anos setenta. Em cada nota, acorde ou riff, é possível identificar raízes do rock’n’roll clássico. Isso, com um toque de música brasileira, capaz de trafegar livremente entre o pop e o undergound.

Entre músicos e produtores locais, a opinião é a mesma, que a banda é uma excelente promessa do rock feito no Pará e tem trabalhado duro para mostrar seu trabalho nos festivais dentro e fora do estado.

O Inverso Falante é:

Rodrigo Ferreira - guitarra
Renan Pinheiro - vocal
Hélio Norman - Baixo
Junior Gurgel - Bateria


Baixe aqui o EP "Inversa"