Compositores Paraenses dos Séculos XIX e XX

O CD reúne 13 músicas de sete compositores paraenses, que vão desde os conhecidos maestros Waldemar Henrique e Altino Pimenta até o totalmente inédito em registros fonográficos Clemente Ferreira Júnior, convertendo-se no primeiro registro em disco dessas composições. São três compositores do século XIX. Além de Clemente, foram gravados Meneleu Campos e Henrique Gurjão. Do século XX, foram gravados Waldemar Henrique, Altino Pimenta, Araújo Pinheiro e Wilson Fonseca.


O disco abre com o Madrigal da UEPA, sob a regência de Milton Monte, executando Ave Maria, de Henrique Gurjão, e encerra com "Valsinha em Si menor", com o trio violino (Paulo Keuffer), violoncelo (Arthur Alves) e piano (Eliana Cutrim). O registro fonográfico desses compositores é fruto de um trabalho cuidadoso desenvolvido pelo Núcleo de Arte e Cultura da UEPA, com a participação dos professores dos cursos de Licenciatura e Bacharelado em Música da universidade, com o apoio da Secretaria de Cultura do Pará (Secult).

Baixe aqui o álbum "Compositores Paraenses dos Séculos XIX e XX"

Sambiose

Desde 2001, mas só tomou uma forma definitiva em outubro de 2006 quando finalmente encontramos um baterista que se adequasse a nossa proposta. Como o nome mesmo diz, a nossa base é o samba, mas nossa paleta sonora é um tanto extensa e difusa, além de samba, diluímos jazz, rock, funk, soul, rocksteady, hardcore, bossa-nova e tanta coisa que nem é som e nem tem nome. A influência mais evidente é Jorge Ben, mas também Cartola, Gilberto Gil, Neville Brothers, Nina Simone, Billie Holiday, Tamba Trio, Trio Mocotó, Nofx, Sublime, Hermeto Pascoal, Mutantes, Tom Zé, Paulinho da Viola... e aí vai ainda muita coisa.

Não espere encontrar tudo isso do jeito que você conhece. Organizamos as sonoridades com ressonâncias distantes - esperando soar um pouco diferente - pra que ninguém possa nos acusar de plágio. Nossas letras falam desde de churrasco de gato à espiritualidade e transcendência. A primeira apresentação da banda ocorreu no dia 27 de junho de 2007 foi uma das atrações do 5º Sarau do Jokerman.
Fabio Bastos - Vocal
Francídio Abbate - Contra-baixo
Caio Romano - Guitarra
Argentino Neto - Teclado, vocais e sopros
Breno Sales- Bateria
Fonte: Belrock

Manumoa

Manumoa é compositor e parceiro musical do poeta paraibano Vergara Filho entre outros. Juntos vêm criando músicas de resgate à Amazonidade.


Atualmente esta junto com Paulo André Costa, Guerreiro Filho, Rafael Batera com a banda Peixe Frito.


Baixe aqui o CD-Demo "Manomoa & Peixe frito"

Inverso Falante

A banda Inverso Falante foi formada em novembro de 2006, quando o guitarrista Rodrigo Ferreira e o baterista Júnior Gurgel decidiram começar um trabalho autoral, mesclando suas principais influências para sintetizar um som criativo e diversificado.

Desde a sua formação, o Inverso Falante materializou um repertório de músicas autorais de um rock visceral em português. A banda demorou até encontrar o vocalista ideal. Foi quando Renan Pinheiro assumiu os “mics” para trazer a banda para um nível diferenciado de rock nacional, com vocais audaciosos, capaz de identificar as raízes mais puras do rock’n’roll. Com as mesmas influências e uma pegada marcante, Hélio Norman se encaixou no estilo proposto e incrementou os graves do grupo, tomando o posto de bassman.

O que chama mais atenção quando você escuta uma música da Inversa, é a influência sútil do rock dos anos setenta. Em cada nota, acorde ou riff, é possível identificar raízes do rock’n’roll clássico. Isso, com um toque de música brasileira, capaz de trafegar livremente entre o pop e o undergound.

Entre músicos e produtores locais, a opinião é a mesma, que a banda é uma excelente promessa do rock feito no Pará e tem trabalhado duro para mostrar seu trabalho nos festivais dentro e fora do estado.

O Inverso Falante é:

Rodrigo Ferreira - guitarra
Renan Pinheiro - vocal
Hélio Norman - Baixo
Junior Gurgel - Bateria


Baixe aqui o EP "Inversa"

Filhos de Glande 2009

Filhos de Glande desfila bom humor na Cidade Velha




YES, NÓS PHODEMOS.
Criado para resgatar a tradição dos antigos carnavais de rua, o bloco Filhos de Glande, criado em 2007, tem como marcas registradas a irreverência, a alegria e o bom humor.
Idealizado por um grupo de publicitários de Belém, o bloco sai pelas ruas da Cidade Velha animado por uma tradicional banda de marchinhas de carnaval, tem samba próprio e as fantasias – bem como todos os demais elementos – são uma paródia do tradicional bloco baiano “Afoxé Filhos de Gandhi”.

Contrariando a filosofia do original bloco baiano onde só homens podem participar, a versão paraense permite a entrada de brincantes de todos os sexos. “Para entrar no nosso bloco basta alegria e disposição, mais nada. Pessoas de todas as classes sociais, raças e opções sexuais estão convidadas. Todos nós somos Filhos de Glande”, afirma um dos diretores.

Com 400 brincantes no primeiro ano e mais de 800 no segundo, o Filhos de Glande ganhou destaque na imprensa regional e até em publicações nacionais. A Revista Caros Amigos e o jornal Folha de São Paulo já noticiaram o bloco. O colunista Zé Simão é grande entusiasta da paródia desde o primeiro ano.

Este ano o Filhos de Glande vai pra rua falando de crise mundial (enquanto a bolsa cai, a Glande sobe) e de Barack Obama, com toda a irreverência que lhe é peculiar. Este ano o bloco fará 3 ensaios na boite Sarajevo (Praça do Carmo) nos dias 25/01, 01/02 e 08/08. O desfile do bloco acontecerá no dia 15 de fevereiro, domingo, com concentração às 15 horas, na Praça do Arsenal. “Todos os filhos de glande do planeta estão convidados”, encerra um dos diretores.
Enquanto a bolsa cai, a Glande sobe.