DJ Coyote

Seu contato com a música começou no meio dos anos 80 quando seu pai, que viaja bastante pela América Central e Europa, lhe trazia diversos discos e K-7’s aos quais ficava ouvindo por horas e horas. Seu interesse pela carreira de Dj começou aos 13 anos quando pela primeira vez saiu escondido para uma boite e ouviu as músicas que seu pai comprava.

Nessa época não conhecia ninguém e nem sabia direito o verdadeiro significado da carreira de um DJ, mas gostava muito da música. Mais tarde, conheceu um Dj que lhe deu noções de mixagens, cortes, remixes, etc.Nessa época seu gosto pela musica underground já vinha de longa data mesmo sem saber o que era musica eletrônica, com influências de vários grupos como Kraftwerk, George Moroder, Africa Bambata, Depeche Mode, New Order, Soft Cell e outros.

No final de 80, já tocava em aniversários, festas em bairros e em Clubes como convidado. A profissionalização veio no meio dos anos 90 discotecando na boite Baco Street, Ego Trip, Athenas e Spectron. Sempre optou pelo lado b da musica. No início de 97 viajou para o Rio de Janeiro onde não mudou nada (não toque o lado b.) Passou 3 anos e meio neste período. Tocou na Coco Nute, festa da Brahma, e em festas da periferia da cidade, do comercial ao underground.

Retornou para Belém em agosto de 2000 e neste mesmo ano, inaugurou a Redutto, Club GLS aonde residiu por 4 anos, onde tocou house com vocais, além das influências progressivas, alternativas até o Drum`n`Bass.

Sua vertente no Drum ‘n’ Bass varia entre o Darkstep, o Techstep e a Ragga jungle. Tem como admiração vários djs no Brasil e fora como: Marky, Patife, Xrs, Cleber Port, Andy, koloral, Marnel, Will, Grooverider, Roni Rize, Ez-Rollers, Aphrodite, Zinc, Hype e outros grandes nomes.

Na atualidade é residente dos projetos da Factory Cultura Eletrônica e do Grupo de drum´n´bass (BASSEMOTION), que residem na Lithium às quintas. Já se apresentou ao lado de Djs locais como Fabio Miranda, Desaix jr, Logan, Eduardo Coutinho, Ruy Oliveira, Benjamin, Halden boy, Rogério Lima, Ricardo Moebius, Bernardo, Chubby, Greg, Henry T, Fabinho, Seninha, Felipe Proença, Albery, Léo Lobato, Marcio Passos, Ricardo Chamié, Cooper, Bruna, Psy Red, Beto, Herinque e outros, e dos djs nacionais como Xerxes de Oliveira(SP), Koloral(SP), Andy(SP), Cleber Port(SP), Chris DB(CE), Marky(SP) Erick Caramelo(SP), K-Mila(RJ), Renato Cohen(SP), Camilo Rocha(SP), Julien Julo(França - Projeto Trance Parence), Noon(França). Participou de Festa de inauguração da Factorydjs (Cultura eletrônica) na boite DJ Point, e da festa de lançamento do site Factory no Drum ’n’ Bar. Tocou em bares, Clubes como a Boite Groove-me e em Festas de Música Eletrônica como Caixa de Pandora 1 e 2, Circo Krone!, Tribe Vibe 1 e 2, Extra Sound, Gapmotion (Psy vs Drum´n´Bass), Factory 1, 2 , 3, 4 e 5, Bassemotion 1 e 2, City Rave, Fast and Furious Extra Sound, CD Sound Party, Kaiser Sound Factory, Vibetronic, Rave O-lution’s (Altamira-PA), Vivo em Salinas, Eletro Style , Rave Tribal Beats (Itaituba-PA), Yamada TIM (African Bar), Baito Beats, Wooostechno (pré- Rave-ion), Housestance(Acid a Hip House – Clássicos da house music dos anos 80 e 90), Eletro-night (Breves – ilha do Marajó), Ciber Tronic(Macapá), Vivo vibe(Arena Yamada), Paranormal Attack (Tenda Bassemotion Vs Energy BR), Haja Ram (AABB), Factoryemotion (festa de conclusão do curso de Djs), 2ª Rave da trillogi, Electro Rave(Capanema-PA),1ª edição - Botechno In Party( Sitio branca de neve) e atualmente tem um curso para Djs, aonde se preocupa em divulgar e-music e descobrir novos talentos.

Foi eleito pelo site (www.e-nation.org) o melhor dj de Drum ‘n’ Bass de 2004 em Belém-PA

DJ Fábio Miranda

Iniciou seu interesse por música na década de 80, influenciado por seu pai e por uma tia ambos colecionadores de discos, além da forte influência da disco, soul e funk dos anos 70, e por grupos que fizeram parte do synth pop e do movimento new wave da década de 80 tais como: The Human League, Devo, New Order, Soft Cell, The Smiths, The Cure, Depeche Mode, Pet Shop boys, Siouxie and Banshees entre outros. Em 1988, conheceu a house music de Jesse Sannders e Frankie Knuckles, passando dedicar-se totalmente ao novo gênero musical, apartir dai a house viraria sua paixão músical.

Tornou-se profissional no ano seguinte 1989, com residência em um dos principais club’s de Belém na época o Play Boy Club. Dai em diante não parou, tocando em algumas das principais boites da cidade entre elas: Club Flagra, Baku’s Street, Lapinha, Casa Grande, Egotip, A-1000, Sppynn, Mystical, Mercantile Club, Submarine, Drum’n’Bar e Groove me o primeiro club underground de Belém. Com mais de dez anos de discotecagem seu set consiste em house music com pitadas de progressive e funky house sempre com muito groove e técnica apurada de mixagem.

Fábio Miranda já se apresentou ao lado de diversos top djs nacionais como: Mau Mau (SP), K-Milla (RJ), Xerxes (SP), Cleber Port(SP), Memê Mansur (RJ), Erik Caramelo (SP), Wagner J(SP), Camilo Rocha(SP) e Julian Julô (FR) e Jerome Hill (UK). De Belém: Benjamin, Henry T, Coyote, Desaix, Halden boy, Logan, Ricardo Moebius, Felipe Proença, Ruy Oliveira, Betuel, Eduardo Coutinho, Bernardo Pinheiro entre outros.

Foi um dos fundadores do núcleo Factory e agora faz parte do Coletivo Cotonete núcleo que se dedica a house, techno e electro além de palestras, festas e eventos dedicados a divulgação da música eletrônica underground, e a valorização do trabalho dos djs também com projetos paralelos como a discovery de disco, soul e funk dos anos 70 e 80.

A house music estilo originário de Chicago, e suas subvertentes sempre com bases marcantes e groove consistente, presentes no set de Fábio Miranda, são indispensáveis em qualquer festa dedicada a música eletrônica underground.

Baixe aqui o Duoset "Rock80 - Inter / House"
http://www.badongo.com/pt/file/8060366

DJ Benjamin Ferreira

A história da música eletrônica em Belém se confunde com a trajetória do DJ Benjamin. Envolvido com música e DJing desde a infância, graças a dois tios que eram DJs nos anos 70 e 80, começou a discotecar profissionalmente em 1996.

Em maio de 2000 fundou com a DJ alagoanaentão radicada em Belém Michelli Byanka o Coletivo Cotonete, com o objetivo de fomentar a cena eletrônica underground então incipiente nacidade. Em 2001 foi um dos idealizadores e produtores do Tóin (Cultura FM Belém), primeiro programa de eletrônica do rádio paraense, que teve participação de importantes DJs brasileiros e estrangeiros.

Com o Cotonete, grupo pioneiro no norte do Brasil e núcleo do Pragatecno (www.pragatecno.com.br), divulgou a música eletrônica através de festas, palestras e lista de discussão na internet, além de tocar nos principais eventos da região. Já dividiu as pick-ups com os DJs brasileiros Camilo Rocha, Mau Mau, Marky, Renato Lopes, Murphy, PET Duo, Renato Cohen, Andy, entre outros, além do francês David Carretta, dos alemães Christian Fischer e Hartmut Kiss e dos ingleses Ade Fenton e Jerome Hill.

A reputação de Benjamin, reconhecido nacionalmente como um dos pioneiros no trabalho pela música eletrônica underground na regiãonorte, já o rendeu duas turnês fora do Pará antes de se mudar para São Paulo, em 2006. Na primeira, em 2003, tocou nos clubes A Loca, Juke Joint e Fuzz, em São Paulo. Em 2005, representou o Norte no evento Brasil Eletrônico, realizado pelo Centro Cultural Banco do Brasil, ao lado de importantes DJs e produtores brasileiros, além de cinco outros eventos em São Paulo, em clubes como Lov.e, A Loca, Kraft (Campinas), A Loca e festas como a Colors e o after Rebolajaca, e mais apresentações no Rio de Janeiro e em Salvador.

O amplo background musical de Benjamin inclui influências que vão desde o jazz, a soul music, a disco e o funk dos anos 70, passando pelo synthpop e house dos anos 80 até a house music, o electro e o techno atuais. O resultado disso são sets ecléticos, coerentes e com muito groove, que saem da house music, passam pelo electro e chegam ao techno, com eventuais incursões por clássicos da música eletrônica.

Já teve residências importantes em Belém como os clubes The Mask (o primeiro dedicado à música eletrônica underground na região) em 2000, Groove Me, Oto Lounge Bar e Submarine Club. Desde agosto de 2006 residindo em São Paulo, já passou por casas paulistas como Vegas, Loveland, Hotel Cambridge, além das supracitadas, e comanda mensalmente o projeto De Leve, com o DJ paulistano Tahira. Também faz parte do time de colaboradores do www.rraurl.com, o primeiro e mais importante site de música eletrônica do Brasil.


Baixe aqui o Duo set "Desengessa! / Boogie Shoes - boogieelelctrodiscofunk de 1981 a 1984 "
http://www.badongo.com/file/4748976

Boogie Shoes - boogieelelctrodiscofunk de 1981 a 1984
01- Alicia Myers "You Get The Best From Me (Say, Say, Say)" (MCA, 1984)
02- Fonda Rae "Over Like A Fat Rat" (Vanguard, 1982)
03- Patrice Rushen "Number One" (Elektra, 1982)
04- David Joseph "You Can't Hide (Your Love From Me)" (Island, 1983)
05- Spence "Get It On" (Ariola Benelux, 1983)
06- Oliver Cheatham "Get Down Saturday Night" (MCA, 1983)
07- Change "Don't Wait Another Night" (Atlantic, 1983)
08- Jules Shear "When Love Surges" (EMI, 1984)
09- Midnight Star "Midas Touch (Instrumental Mix)" (Solar, 1984)
10- Gino Soccio "Who Dunnit?" (Atlantic, 1982)
11- Aretha Franklin "Jump To It" (Arista, 1982)
12- Michelle Wallace "It's Right (Instrumental aka Tee's Right)"(Emergency, 1982)
13- Suzy Q "Get On Up (And Do It Again)" (J.R. Records, 1981)
14- Mary Jane Girls "Candy Man" (Motown, 1983)

Tony Brasil e Açaí Machine

Baixe aqui o álbum "Fazendo você dançar"
http://www.badongo.com/file/2739696

Nosso Cantar Pai D'Égua

Baixe aqui o álbum "Nosso Cantar Pai D'Égua"
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V.N.


 Baixe aqui o álbum "Vida Noturna"

Dazed

Baixe aqui o EP "Dazed"
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Núcleo Paraense de Hardcore

Baixe aqui o álbum "Toma...! (Coletânea de bandas do N.P.H)
http://www.badongo.com/file/2739735

Trava

Banda influenciada por filhos do grunge mundial como Bush, Alice in Chains, Soundgarden, MudHoney, Sonic Youth entre outros. Poderia agradar a cena, mais sumiram dela, o que foi uma pena.

Trava eram:
Monique Hellen - Voz e Guitarra
Rafael Lanôa - Baixo
Enton "P" - Bateria

Baixe aqui o EP "Trava"
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Círio de Nazaré














João de Jesus Paes Loureiro

Nasceu em Abaetetuba, cidade paraense situada à margem do Rio Tocantins, em 23 de Junho de 1939, onde passou a infância e adolescência e realizou seus primeiros estudos. Em Belém do Pará, cursou a Faculdade de Direito e a Faculdade de Letras, Artes e Comunicação, na Universidade Federal do Pará. De 1964 até 1976, em decorrência de sua poesia, militância política e idéias democráticas, foi perseguido e várias vezes preso pela ditadura militar, sofrendo torturas, graves perseguições e privações de oportunidades profissionais.

No final da década de 70 tornou-se, por concurso público, professor de Educação Artística na Escola Técnica Federal do Pará e de História da Arte, Introdução à Filosifia e, depois, Estética Cultura e Comunicação, na UFPA. Tornou-se Mestre em Teoria Literária e Semiologia, pela PUC de Campinas em 1984 e Doutor em Sociologia da Cultura pela Sorbonne, Paris, França, em 1990. A partir de 1983 exerceu as funções de Secretário Municipal de Educação e Cultura de Belém, Superintendente (e criador) da Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves, Secretário de Cultura do Pará, Secretário de Educação do Pará e, atualmente, Presidente (e criador) do Instituto de Artes do Pará.

Baixe aqui o álbum "Rostos da Amazônia – poesia, com Sebastião Tapajós ao violão"
http://www.badongo.com/file/2739277

Estado Civil

Fundada em 19 de abril de 1994, a banda ESTADO CIVIL, chegou a ser um quarteto e a tocar outros gêneros musicais, como: MPB, axé, forró, entre outros. Mas foi no rock que a banda sempre se identificou. Neste período chegou também a ter outras nomenclaturas, como: Arriscados e Anéis de Saturno. Em 2000, a banda virou um terceto, com a entrada de Luciano Oliveira, que assumiu os vocais e a guitarra, e juntou-se aos fundadores Haroldo Gomes (bateria) e Jean Trindade (baixo).

Começava aí, em definitivo a trajetória da ESTADO CIVIL como autêntica representante do Hard Rock no cenário do rock'n roll paraense. Em 2004, a rapaziada lançou seu primeiro demo, entitulado “Amizade de Máscara", contendo cinco faixas, todas de composição do terceto, e também em parceria com Dan Piero.

No ano seguinte, participaram da seletiva ao II Fest Rock, ficando entre as 30 melhores bandas.Agora, em 2006, o terceto castanhalense pretende lançar seu primeiro álbum, que terá 11 faixas, das quais, nove são inéditas, sendo que serão regravadas as músicas Priscilla e Fim de Trégua.


Baixe aqui o CD-Demo "Amizade de Máscara"
http://www.badongo.com/file/2738761

Carlos Gomes - A Música e o Pará

Baixe aqui o álbum "Carlos Gomes • A Música e o Pará • CD 01"
http://www.badongo.com/file/2554416

Baixe aqui o álbum "Carlos Gomes • A Música e o Pará • CD 02"
http://www.badongo.com/file/3245032

Baixe aqui o álbum "Carlos Gomes • A Música e o Pará • CD 03"
http://www.badongo.com/pt/file/3357168

Baixe aqui o álbum "Carlos Gomes • A Música e o Pará • CD 04"
http://www.badongo.com/file/3245201

Edilson Morenno

Apresentar o novo CD "Brasileiro da Amazônia", onde ele incorpora ritmos calientes que enaltecem o folclore e a riqueza natural de uma das regiões mais disputadas do mundo. A valorização da Amazônia tem sido a meta artística de Edilson, que utilizando o calypso como instrumento pretende chamar atenção para a temática regional.O CD "Brasileiro da Amazônia" busca dar visibilidade a um gênero (o calypso paraense) que rodou o Brasil, e do qual Edílson Morenno foi um dos precursores. Dos dez maiores sucessos marcados por esse ritmo e que estão fazendo sucesso nas rádios do estado, oito foram compostos por ele. Edílson Morenno é autor de hits gravados por Wanderley Andrade, Mahrco Monteiro, Lene Bandeira, Aninha, além de composições que se tornaram sucesso também com a banda Fruta Quente e na voz da cantora Joelma, da banda Calypso. Já são 237 composições em quase 20 anos de carreira.O CD está com estilos como a lambada, carimbó e salsa nas músicas "Balanço Quente do Pará", "O meu Brasil é Pai D'égua" e "Pará Caramba". Há também o resultado de parcerias com Glayse Dominguez (A Chave Perdida, Vem e Mais uma Chance), Tomás Anderson (La Amazon e O Amor e o Tempo), Luís Nascimento (O Boto, Meu Brasil é Pai d'égua e Rave na Floresta) e Tonny Brasil (Rave na Floresta).

Baixe aqui o álbum "Brasileiro da Amazônia"
http://www.badongo.com/file/2553042

Falsos Profetas

Têm como objetivo o resgate de obras de grandes artistas, dando prioridade ao presságio.Partindo da idéia da denominação de pessoa que revela sentimento, o artista tem esse dever na sociedade de fazer, refazer e preservar as belas-artes.

Os falsos profetas, tentam transpor ao público com toda a sutileza um artesanato musical, saindo do regional, passando pela moderna música pop,misturando-se com bossa nova, jazz, funk, reggae, mantras e toda a espécie de som que for possível executar numa total “alquimia” chamada arte.

Tupinambá

Baixe aqui o álbum "Programa Na Frequência - Tupinambá"
http://www.badongo.com/file/2554355

Baixe aqui o álbum "Novíssimo Tupinambá Volume: Sei lá qual"
http://www.badongo.com/file/2553973

DJ Malukinho

Baixe o álbum "Dj Malukinho e seu Batidão"
http://www.badongo.com/file/2553436

TecnoShow

A Banda Tecno Show teve seu início em novembro de 2002, desde lá vem se destacando. Com uma trajetória de sucesso, e com 02 CDs gravados, sendo o primeiro intitulado "TECNO SHOW, E PONTO FINAL" com 21 faixas tendo como um dos seus maiores sucessos o hit NÃO VOU TE DEIXAR, e o segundo CD com o título "REACENDER A CHAMA", com os sucessos NÃO DESISTA DE ME AMAR, VOCÊ NÃO ENTENDE, VERSOS TRISTES e é claro REACENDER A CHAMA.

Teve uma projeção nacional através do projeto “Brasil Total” da atriz e produtora Regina Casé e do antropólogo Hermano Vianna, através desse projeto a Banda Tecno Show se apresentou no Domingão do Faustão, duas matérias foram ao ar no Fantástico, uma no Caldeirão do Huck, e uma no Altas Horas. Gravou o seu primeiro DVD, dia 26 de março de 2005 na casa de shows A Pororoca, com um show totalmente novo misturando o regional com a marcante batida do technobrega, um trabalho moderno e sensual, um mix de futurismo e misticismo com um toque tupiniquim, com uma super estrutura. O último trabalho da banda é um DVD contendo 15 clipes inéditos de Tecnobrega. O DVD ainda traz galeria de fotos e um documentário curta-metragem contando os bastidores de um show da banda.

Gabi Amarantos
Gabriela Amaral dos Santos, mais conhecida por Gabi Amarantos, iniciou na carreira de cantora desde os 15 anos de idade, como cantora “gospel”, na Paróquia de Santa Terezinha do Menino Jesus; onde chamava atenção por sua voz grave e suave e contagiava, a todos com sua animação sendo convidada posteriormente a cantar na noite em uma banda de seus amigos chamada de Banda Chibantes, onde o repertório misturava pop-rock com mpb, nesse projeto Gabi ficou durante 01 ano, logo após passou a cantar nos bares da noite de Belém onde cantava acompanhada pelo violonista Cléber Viana, Gabi misturava música regional com samba numa mistura de ritmos que passeava entre as décadas de 70, 80 e 90.

Em 2000 Gabi caiu nas graças do brega se tornando uma pop-star da música paraense, e teve seu grande reconhecimento em sua banda, Tecno Show. Através do “technobrega”, Gabi já participou do projeto Brasil Total, que lhe deu oportunidade pra mostrar um pouco de nossa cultura no Fantástico, Altas Horas, Caldeirão do Huck e se apresentou junto com seus dançarinos no Domingão do Faustão.

Trio Manari

Fundado em 2001, o Trio Manari tem como proposta a busca pelo novo mas sem abandonar a formação e as influências musicais locais. A idéia de criação do grupo surgiu quando os atuais integrantes participavam da banda Percussão Brasil e perceberam o sucesso que faziam quando tocavam ritmos de sua terra em excursões ao Exterior. Seus instrumentos, como o tambor curimbó (feito de madeira ciriobeira e de couro de veado vermelho ou de novilho novo) e a barrica, são típicos da região. Através do CD Braços da Amazônia, foram selecionados entre mais de 10 mil percussionistas de todo mundo, para se apresentar e ensinar nos Estados Unidos.

Trio Manari é:
Nazaco Gomes
Márcio Jardim
Kléber Benigno (Paturi)

The Ways

Em abril de 2004 o guitarrista Marcos Sá e o vocalista Marcelo Silva se reuniram após longa data afastados para tocar algumas músicas na casa de amigos. Após este encontro ambas acharam que seria hora de gravar algumas composições feitas anteriormente sob arranjos originais.

Em Abril do mesmo ano eles formam o The Ways. A presença de um baterista que soubesse tocar vários estilos causou a necessidade para que Marcos Sá convidasse Edu Dias para assumir o posto. Logo após veio Nonato Cavalcante assumindo a percussão e dando a característica que o The Ways busca: A universalidade.

A filosofia da banda é somente uma: Música bem tocada. Não importa que estilo, o The Ways transita facilmente, em decorrencia da formação musical de seus membros. A banda não tem compromisso com estilos e formas, o que vale em sua forma de expressão é a música em si e de que forma ela é tocada, sempre com sinceridade e qualidade.

Eles partem então para um objetivo maior, dada a enorme aceitação do público de suas músicas. Após a gravação do primeiro cd "The first Way" em abril de 2005, no Mosh em São Paulo com produção de Marcos Sá, o baixista Sidney Klautau juntou-se ao time e, completando a formação Bruno Fortinho assume os teclados do grupo em Janeiro de 2006.

O som do The Ways se caracteriza pela riqueza de arranjos que misturam de forma criativa estilos músicais diversos com rock. Soar com profissionalismo é possivel pois os integrantes tiveram experiência como músicos profissionais e de estudio ao longo de suas carreiras. Dada a Universalidade de idéias e experiências o baixista Sidney Klautau batizou o som da banda de GLOBAL ROCK. Em outubro o percussionista Nonato Cavalcante se desliga do The Ways, sendo substituido por Kleber Alamar. Boa Sorte ao nosso companheiro Nonato e Bem-vindo Kleber!


Baixe aqui o álbum "First Ways"

Baixe aqui o álbum "Casual"

Ney Conceição

É músico autodidata, contrabaixista, arranjador e compositor. Iniciou sua carreira em Belém do Pará, sua terra natal, tocando com vários artistas locais, inclusive com expoentes do folclore regional. Em 1996 transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde deixa escrito seu nome entre os grandes instrumentista do país.

Tendo participado de inúmeras gravações, e tocado com grandes nomes do cenário musical brasileiro e internacional, como: Airto Moreira, Arthur Lipner - com quem gravou em NY, Carlos Malta, Cláudio Daeulsberg - com quem excursionou pelo Brasil e Europa, incluindo participação no festival de jazz de Montreaux, quando gravaram CD ao vivo, Cláudio Nucci, Danilo Caymmi - fazendo turnês pelo Brasil e Europa, Daniel Gonzaga, Dário Galante, Fátima Guedes, Gilson Peranzetta, Gonzalo Rubalcaba, Jane Duboc, João Donato, João Nogueira, Luíz Avellar, Márcio Montarroyos, Maurício Heinhorn, Marco Rezende, Marcos Amorim, Moraes Moreira, Naná Vasconcelos, Pascoal Meirelles, Paulinho Trumpete, Paulo Moura, Roberto Menescal, Sivuca, Sebastião Tapajós - excursionando por inúmeras cidades brasileiras, turnês na Europa nos anos de 1997, 1998, 1999 e 2000, e América Latina, além da gravação da trilha sonora de um longa metragem, "Lendas Amazônicas", e sete cds de carreira do mesmo, Wanda Sá, Widor Santiago, Wilson Meirelles,Zé Keti e Zé Roberto Bertrami, entre outros.

Com Robertinho Silva gravou o cd, "JAQUEDU", no ano de 2000, com quem também viajou pelo Brasil, EUA e Europa. Em 2005 lançou seu primeiro disco solo e todo autoral intitulado "Ney Conceição". Atualmente, junto com Kiko Freitas e Nelson Faria, faz parte do trio que acompanha o cantor e compositor João Bosco.Com João Bosco gravou o cd "Malabarista do Sinal Vermelho" e o primeiro DVD do artista, "Obrigado Gente!", e excusionam pelo mundo. Incluindo shows no "Blue Note" de Tókio e New York, e toda a Europa.

Helinho Rubens

Baixe aqui o álbum "Urbis"

Quorum

Com quatro anos de formação, o Grupo Quorum é um grupo camerístico paraense, que tem experiência na arte de lidar com o resgate histórico-musical de Belém. Aliás, o Quorum possui um bom currículo. Lançou o CD “Cânticos pela Catedral”, que faz parte do projeto grandioso de restauração da Sé. Participou do programa “Destino Brasil”, divulgando as músicas que gravaram para ajudar na restauração do templo. Participou da série para televisão “Planet Food” (Planeta Comida) a convite do Discovery Channel, dando ênfase à fabricação dos principais pratos regionais da cidade. Se apresentou no evento religioso de Encerramento do Ano Mariano, presidido pelo Papa João Paulo II, com grande sucesso de público. O trabalho do grupo paraense ultrapassou fronteiras e alcançou países como Groelândia, Rússia, Noruega e Suécia, através do Canal People + Arts, que fez o Grupo Quorum ficar conhecido no exterior.

Oo Quorum foi convidado pelo Governo Federal para se apresentar em Brasília, através do Ministério da Cultura, que classificou o grupo e o CD como um dos melhores do Brasil. Atualmente, o Quorum, durante um período de pesquisas descobriu em Belém a música “O Canto do Paris N’América Paraense”, composta no ano de 1890 pelo maestro francês André Messager, especialmente para inauguração da loja “Paris N’América”, um dos símbolos da Bellé-Époque, que até hoje embeleza o centro comercial da cidade.

O antigo proprietário da loja era o português Francisco da Silva Castro. Ele vivia constantemente em Paris e de lá trazia para Belém o que havia de mais atual em termos de moda, isto é, tecidos, chapéus e roupas brancas para seus clientes. Silva Castro, em uma dessas viagens, encomendou a valsa ao então diretor da Ópera de Paris André Messager (1853-1929), para ofertá-la às suas amáveis freguesas, impressa em panfletos. Mas, com o passar do tempo, a partitura ficou esquecida e nunca mais a cidade pôde escutar a composição.

Entretanto, o psicólogo Sergio Lobato, produtor do grupo, pesquisando em sua biblioteca particular encontrou uma reportagem de jornal do ano de 1991, onde duas universitárias paraenses desvendavam toda a arquitetura do “Paris N’América”. Na reportagem as estudantes Denise McDowell e Ruth Albim lançavam-se ao desafio de fazer todo levantamento arquitetônico do prédio para a conclusão do curso de arquitetura, e conseguiram.

Elas descobriram que o primeiro proprietário, Francisco da Silva Castro, queria construir algo colossal no comércio de Belém, que em termos de arquitetura fosse grandioso e eclético. Mandou então trazer da Europa o projeto do prédio, que é idêntico ao da Galerie Lafayette, em Paris/França, além de todo material necessário para a construção da nova loja, que levou três anos e cuja inauguração aconteceu em 1909, ao som da valsa de Messager.

Silva Castro destinou 800 contos de réis para a obra, realizando assim dois sonhos: presentear a cidade, que fez sua, com um belo ornamento, e o de trazer Paris à América, via Amazônia. Foi um sucesso!! O proprietário percebeu que o público satisfazia às suas expectativas e até passou a chamar a esquina de “O Canto do Paris N’América”, daí o título da valsa. Agora, 114 anos depois, o objetivo do grupo é mostrar ao público o quanto Francisco da Silva Castro amava o Pará e as coisas da cidade, através da arte e da música, refletida na beleza da valsa.

A partitura, composta originalmente para piano solo ganhou também uma versão para grupo camerístico. Na opinião de Serguei Firsanov professor do Conservatório Carlos Gomes e diretor musical do Quorum, fazer o arranjo de “O Canto do Paris N’América Paraense”, é de suma importância, não só pela honra de poder incrementar a música de um grande maestro francês, como foi Messager, que a compôs somente para piano; mas também pelo valor histórico e sentimental que a obra representa para a cidade de Belém e para o Estado do Pará, visto que a valsa foi feita especialmente para presentear as clientes da loja no início do século passado, pois até hoje ela representa um dos principais ícones arquitetônicos da cidade, remanescente da época áurea da borracha. Hoje, o grupo Quorum é detentor do arranjo feito para orquestra e piano.

“Temos um projeto, já registrado, de levar às pessoas o encanto da Belle-Époque através da música, em nosso novo cd, sabíamos que as famílias abastadas promoviam saraus, isto é, momentos de entretenimento musical, por isso o grupo se mobilizou em pesquisar o repertório da época, e após toda a pesquisa, eu me deparei com a partitura de ‘O Canto do Paris N’América Paraense’ em minhas mãos. Em princípio não acreditei, mas percebi que o sonho se tornara realidade. Estamos muito felizes!” – comenta Sergio Lobato.

O produtor ficou tão entusiasmado com o achado, que convidou o superintendente da Fundação Carlos Gomes, o Prof. Paulo José Campos de Melo, para executar a partitura original e realizar o primeiro registro fonográfico da obra, no novo cd do grupo, e ele gentilmente aceitou. “Paulo José tem a sensibilidade da música nas mãos” – elogia Sergio. Dentre outros convidados, o cd também tem a participação do professor Serguei Firsanov, que enriqueceu as faixas do cd, com belíssimos arranjos feitos especialmente para o grupo, que hoje é formado, em sua maioria, por seus fiéis alunos do bacharelado em violino e viola.

O novo Cd do Quorum, intitulado “Pará N’América” se configura pela produção musical local, assim como, pela formação de platéia. É um trabalho permeado de possibilidades, buscando socializar as peculiaridades regionais, através de uma sonoridade única, inédita e assimilável, possível de ser operacionalizada. O público tem no resultado do CD, a possibilidade de se reconhecer, vendo nele as tramas e os temas da cultura amazônica em constante diálogo com o que há de clássico na música, enfocando ritmos regionais, ou seja, é o feliz encontro de dois estilos: o erudito com alguns ritmos amazônicos mais conhecidos, exaltando através da música a miscigenação do povo, refletida na união dos dois estilos citados.



Baixe aqui o álbum "Cânticos pela Catedral"
http://www.badongo.com/file/3733153




Baixe aqui o álbum "Pará N'Ámerica"