Mundo Mambo



Desde sua criação em outubro de 2002, o grupo Mundo Mambo leva o swing latino ás noites paraenses! Ao longo destes 4 anos a banda brindou o público com os clássicos da música latino-americana, interpretando músicas de Célia Cruz, Tito Puente, Oscar D’Leon, Glória, Estefan, Carlos Santana entre outros artistas, ocupando lugar de destaque no cenário musical paraense, tendo se apresentado em inúmeros bares,casas noturnas e hotéis em Belém e no interior do Pará.

Depois deste período de amadurecimento de seu trabalho, o Mundo Mambo! partiu para um projeto maior: o lançamento do primeiro CD com músicas inéditas intitulado "SEM FRONTEIRAS", lançado em 2005. Misturando ritmos originados em paises diferentes, como Cuba, Puerto Rico, Colômbia e República Dominicana, o Mundo Mambo! deu a luz a um trabalho extremamente dançante, com destaque ao trabalho de pesquisa na execução percussiva destes ritmos.

Quieres Salsa? Escuche Mundo Mambo!!Y siga bailando!!!

Mundo Mambo é:
Bruno Benitez (voz e timbales)
Daniel Benitez (Contrabaixo)
Jonas Dantas (Piano)
Daniel De La Tuche (Trompete)
Jó (Trombone)
Bruno Mendes (Congas)

Baixe aqui o EP "Sem Fronteiras"
http://www.badongo.com/file/2553394



Baixe aqui o álbum "Salseros"
http://www.badongo.com/file/5177245

Mulheres

O show “MULHERES” foi celebrado pelas cantoras paraenses Albinha, Andréa Pinheiro, Dayse Addário, Jacely Duarte, Lucinnha Bastos, Rutinha Neves e Simone Almeida.

Baixe aqui o álbum virtual "Mulheres"
http://www.badongo.com/file/2554611

Revista Grito Nº 0


Baixe aqui o álbum "Grito Nº 0"
http://www.badongo.com/file/2554621

Crashdown

A CrashDown foi idealizada e formada por Milton Alcântara em 2002 com idéia de fazer uma banda com som autoral em inglês, a banda leva um som grunge inusitado misturado com as influências de cada músico promovendo fusões de gêneros como Grunge, Nu Metal e Punk Rock. A banda conta com as influências de bandas como: Nirvana, Silverchair, Helmet, entre outras. Eles gravaram no segundo semestre de 2005, 5 músicas que está em sua primeira Demo, intitulada "The Questions". A banda já tocou em vários festivais que aconteceram na cidade incluindo o FestRock 2006, e prossegue compondo e tocando por toda Belém.

A CrashDown é formada por:
Milton Alcântara (Voz e Guitarra)
Jefferson dos Santos (Guitarra e Backing Vocals)
Cláudio Junior (Contra-Baixo)
Kadu Cardoso (Bateria)

Baixe aqui o álbum "The Question"
http://www.badongo.com/file/2552469

Criaturas de Simbad

O C.D.S surgiu em 2001 na periferia da cidade de Ananindeua (cidade satélite de Belém PA) formado por quatro jovens apreciadores de música rápida e barulhenta. Desde então a banda tenta se manter ativa, da maneira que acha conveniente, tocando em tudo que é buraco da região, colecionando histórias, amigos e tretas.

Durante esses anos a banda mantém-se fiel ao bom e velho HC feio, sujo e tosco vociferando seus pontos de vista em seus shows e em suas letras, que vez ou outra descambam pro sarcasmo e humor ácido, algo bem peculiar e já característico dos integrantes da banda, que não se abatem pras dificuldades e continuam a seguir o lema do DIY. E é nesse embalo, que agora a banda dilvulga o lançamento de sua 2° demo Mundo Movediço almejando expor a quem estiver disposto a barulheira que esses moleques lá da Puta kiu pariu se dedicam a fazer.

Baixe aqui o álbum "Mundo Movediço
"

Kisen

início de 2005 quando Lucas Pinto (Guitarra) e Sandro Galtran (vocais) abandonam a antiga banda onde tocavam juntos na noite para se dedicar a fazer e tocar suas próprias musicas. Por intermédio de bandas anteriores chamam Lucas Borsoi (baterista) e Rainero Maroja (Guitarrista), pouco tempo depois acham Kelvin (baixista) que estava atrás de uma banda do estilo.

Sob suas influências diversas a banda KISEN demonstra um som único que varia de acordes pesados do new metal à melancolia grunge essa diversidade provém das influências diversas dos integrantes que vai de Alice In Chains a Killswitch Engage, passando por Tool e A Perfect Circle.

Baixe aqui o Álbum "Is this the end?"

Evil

A banda EviL começou sua trajetória no início de 2004. A idéia de montar uma banda com um estilo mais pesado, surgiu nos meados de 2003 das longas conversas entre Edson Gurgel (baterista) e Yuri Pinheiro (guitarrista), ambos tocavam em uma banda de pop rock, costumavam tocar em bares para tirar um dinheiro extra nos finais de semana. Mas sempre a idéia de montar um projeto diferente e prazeroso martelava na cabeça dos dois.Junior e Yuri decidiram fazer a primeira experiência do novo projeto, chamaram mais dois amigos, Antônio para tocar baixo e Carlos para os vocais. Com o quarteto formado começaram os primeiros ensaios. A banda ainda não tinha um nome, mas isso não os preocupava por enquanto.A principio a banda tocava somente covers de bandas como Papa Roach, Fuel, Creed, System of a Down, Puddle of Mudd, Silverchair, Deftones, Incubus entre outros.

Depois de alguns ensaios, os integrantes não estavam satisfeitos com Carlos (vocalista), assim começou a busca por outro vocal. Foi ai que surgiu Vitor Paraense, que somou perfeitamente aos 3.Decididos a seguir em frente, a banda precisou de um nome. Como o intuito era algo diferente e “agressivo”, lhe deram o nome “Evil”.Os primeiros shows “undergrounds” aconteceram no Acústico Bar e no Café Pará que hoje em dia nem existem mais. Assim aos poucos a Evil foi conseguindo formar seu pequeno publico que marcava presença em todos os shows.

Com o amadurecimento da banda, surgiu a vontade de compor suas próprias músicas e se dedicar ao lado autoral. Como todos tinham grande influência da musica internacional, decidiram cantar em inglês, mesmo porque soou melhor junto a proposta da banda. A Evil procura não se definir, busca um som sem rótulos. Suas músicas vão de riffs pesados às mais profundas melodias. A primeira música composta chama-se “Free Again”, composição de Yuri Pinheiro (guitarrista), puxando a veia musical de sua família.Passado um tempo, a Evil sofreu novamente com a saída de Antônio (baixista) da banda, mas logo encontraram Diego Almeida, que já tinha sido baixista de antigas bandas da cidade. Diego correu atrás e conseguiu superar as expectativas de todos.

Durante o intenso processo de composição, a banda sentiu uma grande necessidade de uma segunda guitarra. Resolveram então escalar Renan Pinheiro, irmão de Yuri (guitarrista), para completar a Evil. Com isso, o processo de composição facilitou bruscamente, afinal os dois irmãos convivem juntos e acabam tendo mais tempo para compor e trocar idéias.Com a banda completa e com material nas mãos, a Evil lançou em 2005 sua primeira demo intitulada de “Dark Side”. A demo vem com 5 faixas: Life Obsession, Cold War, Free Again, Absurd Confusion e Dark Side. Todas compostas pela banda.O show de lançamento da demo aconteceu no African Bar juntamente com com outras bandas da cena local.

Esse, com certeza, foi o Show mais marcante para a banda! A Evil já se apresentou em vários outros locais da cidade como: Bar Mormaço, Café Taverna, Botequim, Zeppelin Club, African Bar ,Estação Gazômetro, ,Arena Yamada, Class Festas entre outros. Tem influências de bandas como Slipknot, Deftones, A Perfect Circle, Pantera, Tool, Killswitch Engage, Mudvayne, Dry Kill Logic entre outros...


A Evil é formada por:
Yuri Pinheiro – Guitarra, vocal
Diego Almeida – Baixo
Vitor Paraense – Vocal
Renan Pinheiro – Guitarra, vocal
Edson Gurgel (Junior) – Bateria.

Baixe aqui o CD-Demo "Dark Side"

Telaviv

Em meio ao caos urbano da capital do estado do Pará, surge um grupo disposto a fortalecer e dar novos ares ao underground. Impactante desde seu nome - uma cidade em Israel que vem sofrendo com a ignorância e indiferença dos grandes líderes mundiais -, a banda formada por Bruno Dourado (vocal), Samir Waris (bateria), Caike Souza (guitarra), Yuri Pinheiro (Guitarra) e Luis Lima (baixo), procura expressar toda a indignação e ódio de quem convive em uma sociedade decadente, guiada pela ganância e oprimida pela sombra do medo. A rapidez e brutalidade das músicas, acompanhadas da veracidade de suas letras, têm como objetivo uma conscientização, ainda que tardia, de que cada um tem dentro de si o poder da mudança. Let the game begin...


Baixe aqui o álbum "Failure of the human race"

Eternal Darkness DCLXVI

A horda Eternal Darkness DCLXVI (ex-Master Satan) teve sua origem no ano de 1993, na cidade de Belém do Pará. O baixista e vocalista Master Nocturnal fundou o Master Satan, quem em 1996 lançou a DT “Master Satan: The Emperor of The World”. A banda seguiu com esse nome até o ano 2000, apresentando uma nova e poderosa formação, onde no momento estavam estabilizados como um trio e sendo responsável por uma demonstração abissal e incendiária, quando o modifica para Eternal Darkness DCLXVI, que lançou em 2001 a DT “Perverse Black Goat”, o intuito era dar continuidade sem concessões, à profanação já feita, só que apresentando uma maior musicalidade por parte dos membros, o que indiscutivelmente ocorre até o momento atual.
Do início até hoje a formação da banda já sofreu vinte e sete alterações, ou seja, vinte e nove guerreiros ajudaram a erguer com sangue, suor e blasfêmia tanto a horda como a escuridão bélica.

No ano de 2002, no Audio Mix Studio, Master Nocturnal (baixo/vocal), Lord Maligni Prophanous (guitarra) e Possessed by Hate (bateria), deram vida a sua égide (full lenght álbum) com a denominação de “Magnificent Spiritual Philosophy Of Darkness” com oito hinos sacrílegos sob os títulos: Sacrificed By Profane Reign, The Mighty Attack Of Evil, Jeovah's Deception, Sinner Roaming Souls Satans Prisioners, God Of The Moon And The Dark Forest, Perverse Black Goat,Magnificent Spiritual Philosophy Of Darkness, Infernal Divinity, obra esta bastante elogiada pelas revistas especializadas, zines e público. A tiragem de 1000 cópias foram distribuídas às principais revistas do Brasil e exterior, zines, selos, prods, distro, mags, revistas, etc... rendendo a banda bastante elogios.

Em 2003, seguindo como um power trio, Master Nocturnal (baixo/vocal), Impure Mostellum (guitarra) e Tenebraum Lucifer (bateria) começaram a gravar o segundo álbum, o novo opus desta vez viria mais veloz e violento que os anteriores, além das músicas bônus da 1ª DT, porém, este line-up não durou muito tempo e sofreu mais uma reformulação. Saíram Impure Mostellum e Tenebraum Lucifer para dar lugar a Dark Fallen Angel (baixo) e Lord Mallignus Metallicus (bateria), além de marcar o retorno do guitarrista Lord Maligni Prophanous à banda.

No ano de 2004 lançaram a compilação, “Under The Sign Of Metal” – Underground Compilation Vol. 1 pela Vergasta Rec., Anaites Comp. Vol. 1 pela Anaites Rec. e ainda no mesmo ano lançaram “Das Profundezas Clama Ti”, Vol. 1, em 2005 e lançaram pela Hass Records, Vol. 1, Forever Obscure Black Metal Compilation, Vol. 1, ainda no mesmo ano pela Mutilation Rec. lançaram Lucifer Rising, Vol. 5. Renderam à banda celebrações diabólicas com várias bandas nacionais e internacionais como: Malevolent Creation, Cannibal Corpse, Rotting Christ, Korzus, Funeratus, Nephast, Pathologic Noise, Imperious Malevolence, Ancestral Malediction, Andralls, Zorates, Recidivus, Decomposed God, Drowned, Pactum, Ocultan, Disgrace and Terror, Unearthly, Mortifier Rage, By War, Dark Opus, Uraeus. Anarkon, além de participação nos festivais: Brutal Devastation (MG), Cotiagonia (SP), Forcaos (CE) e nas cidades de São Luiz e Santa Inês (MA), Macapá (AP), Portel (PA), Tucuruí (PA), Santarém (PA), entre outras.

A horda finalizou a gravação do seu 2º "Opus" em dezembro de 2006, a previsão de lançamento é para o primeiro semestre de 2007 e que se chamará “The Great Battle Of The Apocalypse”, dentre as novas músicas presentes estão: Satan's Supreme Wisdom, The Great Battle Of The Apocalypse, My Father Satan, Demogorgon, Fatal Flames, The Apollion Demoniacal Arch e Son Of The Belphegor. A arte gráfica do álbum está a cargo do conceituado Alcides Jr. (BurnArt) que já fez a arte de várias bandas de ponta, como Torture Squad, Sanctfier, Malefactor, Executer, Disgrace and Terror, Queiron entre outras.


Baixe aqui o álbum “Magnificent Spiritual Philosophy Of Darkness

Baixe aqui o álbum "The Great Battle of The Apocalypse"

Corsário

Estilo musical que vai do Hard Rock, passa pelo Metal Tradicional até o Progressivo. O ecletismo musical de seus membros vem de influências musicais diversas, como o Jazz Contemporâneo, Blues, Rock Progressivo e Heavy Metal. CORSÁRIO é uma banda cristã, com membros cristãos e compromisso com os ideais e crenças da fé cristã.

Cremos em Deus Pai como criador de todas as coisas, seu filho Jesus Cristo como salvador e senhor de todas as pessoas e no Espírito Santo como marca de Deus e agente consolador. Cremos que a fé em Jesus pode salvar as pessoas e, o relacionamento com ele, através do seu espírito, pode transformá-las e purificá-las.Tocamos rock pesado e cremos ser este o veículo ideal para levar a mensagem de salvação que um dia fez sentido para a banda. Segue o velho e bom slogan Jesus, Vida e Rock´n Roll.


Baixe aqui o EP "Corsário"

Blade

Banda radicada na Itália que tem em sua formação o paraense Tony Passarinho que faz um bom trash metal. vale a pena conferir.

Baixe aqui o EP "The Day of Deads"
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Jolly Joker

Uma mistura perfeita de riffs alucinantes, bateria de pedais duplos e potentíssimos vocais agregados a letras contagiantes na primeira audição, fez a banda de rock paraense Jolly Joker se consolidar na região norte e em todo o circuito musical no Brasil, sendo destaque na Rock Brigade, Fluir, Bizz, Burn, entre outras publicações. Presente na cena do rock desde 1990, o Joker percorre os quatro cantos do país levando sua sonoridade ímpar, misturando rocknroll e ritmos amazônicos.

Participou de grandes eventos nacionais, circuitos universitários, shows internacionais, eventos para MTV e festivais importantes. Lançou seu primeiro cd, em 1996, e aclamado pela Rock Brigade: Vocês estão intimados a comprar esta demo!, tornou-se sucesso de público e crítica e arrebatou prêmios até 1998, quando a banda dispersou. Em junho de 2005, seus integrantes reuniram-se novamente para comemorar os 15 anos da JJ, num concorridíssimo show no Teatro Gasômetro, em Belém, trazendo-a de volta a ativa para alegria seus fiéis seguidores e a nova geração de fãs. Contudo, a banda possui nova formação. Ainda liderando a legião de ensandecidos, está o performático vocalista Carlos Ruffeil e seu timbre único, no baixo: Douglas Borges, nas guitarras: Marco Aurélio e Renato Brasil, e na batera; Ruy Pick.

Conhecida por sua inquietude, a JJ está em constante processo de criação preparando-se para lançar seu segundo cd. Esta nova safra musical vem composta com o melhor do rock universal e pitadas de carimbo, lundu, guitarradas e batidas modernosas, dando origem a estética musical paraense contemporânea, acoplada às guitarras distorcidas, baixo pesadíssimo, bateria turbinada, voz inigualável e música contagiante num único acorde, prometendo ser impossível ficar indiferente! Tão inquieta quanto a carga sonora tem sido a agenda da Joker desde seu retorno, no espetáculo de 15 anos, vem realizando shows lotados em Belém e no interior do estado, colhendo os frutos de apresentações em eventos como o FestRock, evento que reuniu milhares de pessoas e onde dividiu a noite com artistas como O Rappa ,Ira!, Pitty; o Amazônia Rock, com DNA e Madame Saatan; abertura do show do Dr. Sin.

nessa nova levada de shows, a banda não perdeu sua essência, continua realizando apresentações ensandecidas e arrebatando novas críticas e resenhas positivas. Tudo bem que a grande banda do Fest Rock foi a Estereoscope, mas quem roubou a cena foi a Jolly Joker, com Carlos Ruffeil e seu potentíssimo vocal (Jornal O Liberal) Outra novidade é a mudança de idioma nas letras, que antes eram todas em inglês. As novas composições da banda são todas em português, o que não quer dizer que os antigos sucessos com "Suck My Dick and Die", "If I Go Insane", "Dreams Been Far Away", estejam fora dos shows feitos atualmente.


Baixe aqui o álbum "Jolly Jocker"


Baixe aqui o single " As 3 melhores coisas da vida"


Baixe aqui o Split "Jolly Jocker / DNA"

Plânkton

A todos que curtem a Plankton, banda paraense formada em 1998, por Maíra Maris (vocal), Rogério Byron (guitarra), Guibson Landim (contrabaixo) e Beto Brasil (bateria).

Lançou o cd demo “Earth in Flames” 2004.O “Earth in Flames” teve ótima aceitação junto ao público e a mídia especializada como as revistas Rock Brigade (Nº218-set./04), Roadie Crew (Nº68-set./04), Jornais locais e em diversos sites, sendo alvo de excelentes críticas, elevando o nome da banda como uma das mais promissoras do estilo no estado o que foi extremamente positivo para a Plankton.

Em 2005 Beto Brasil deixou a banda e em seu lugar entrou Pedro Villanueva para assumir as baquetas, chegando a se apresentar com a banda em alguns shows.

Em 2006 foi a vez de Maíra Maris, motivo pelo qual a Plankton deu uma parada, mas enfim, entrando o ano de 2007 com toda força e novas integrantes no vocal com Luana Almeida e nos teclados Raquel Serruya.

Baixe aqui o cd demo “Earth in Flames

Zênite

O Zênite foi formado em 1987 em Belém/Pa com a proposta de fazer Heavy Metal ,com o passar dos anos a banda sofreu várias mudanças de formação,que foi sempre um problema pois era difícil encontrar pessoas para levar o trabalho adiante com seriedade e profissionalismo.

O Zênite lançou sua primeira demo em 1989 chamada Mistic, em 90 lançaram The Last Seconds, sua segunda demo, em 95 saiu a demo The End, em 98 participaram da coletânea Açaí Pirão com a música "Nightmare War", em 2000 participaram de outra coletânea Rock Soldiers com a música "NSCF", no mesmo ano lançam seu primeiro cd intitulado Brutal Enigmatics Prophecies lançado pelo selo Ná Figueredo Rec. Em agosto de 2003 o Zênite lançou seu segundo cd, Tales of Death pelo mesmo selo.

A banda fixou residência em São Paulo desde 2001, sendo que já tocaram em vários festivais como da tribo, setembro negro, extreme metal fest, metal rebellion (Ribeirão Preto), river rock (Indaial-SC), Ourinhos Moto Fest (Ourinhos-SP).


Baixe aqui o álbum "Brutal Enigmatic Prophecies"




Baixe aqui o álbum "Tales of Death"

Escárnio

+ O Escárnio é originário de Belém do Pará, mais precisamente de Icoaraci (Distrito de Belém). A banda surgiu em 2001 em meio a explosão melódica que aconteceu nessa época nas terras amazônicas, mas o objetivo de fazer um som voltado à linha mais suja, feia e rápida do hardcore prevaleceu. A nossa proposta é fazer um som na linha de bandas thrash/fastcore/powerviolence/rootsreggae com uma mensagem de conscientização.


Acreditamos na revolução individual para a mudança do coletivo, e acreditamos no HARDCORE como plataforma de expressão musical contra o sistema que nos oprime e que tenta nos colocar nas mãos do conformismo. Seja crítico. Seja participativo. + "Enquanto houver desigualdades e injustiças, nosso combustível é a indignação!"


+ Influências: Lärm, Minor Threat, Dropdead, Disrupt, RDP, I Shot Cyrus, Presto?, Discarga, Betercore, Scholastic Deth, WHN?, Limp Wrist, Spazz, Bob Marley, Peter Tosh, Gladiators.


Baixe aqui o álbum "Escárnio"


Emanuel G. Matos

Baixe aqui o Album "Beira do Rio"
http://www.badongo.com/file/4209153


Baixe aqui o Album "Banho de Cuia"
http://www.badongo.com/file/3244994


Sevilha

4 anos de existência a Banda Sevilha possui dois trabalhos। Seu primeiro CD - SEVILHA - foi muito bem recepcionado pelo público e indicado em 5 categorias do Prêmio Cultura de Música do Pará। O recente trabalho intitulado FILHOS DA TERRA fruto de um trabalho pautado na diversidade cultural da região amazônica e com uma diversidade sonora resultado de um constante aprimoramento musical assim como experimentação। Com uma ideologia que visa resgatar o devido respeito que deve permear a relação do homem com seu meio e também a proteção aos conhecimentos tradicionais e culturais, a mensagem é trasmitida atravês da propagação apresentando uma diversificação de estilos musicais como rock, reggae, Dub, Hip-hop,Carimbo e batuques amazônicos. Experimentalismo inserido na concepção musical, chiados de vinil, vozes das ruas, sons das florestas e depoimentos da vida cotidiana inserida na atmosfera do CD. Gravado no própio estúdio da banda, teve a produção musical assinada por: Bruno Fernandes, Léo Chermont e MG Calibre. Voltada para a cultura local e ritmos concebidos na própia região, Sevilha pesquisa e explora ritmos como o carimbó, lundun e suas vertentes, misturando com tendências contemporâneas sem nenhum tipo de preconceito musical ou cultural.
influência : Mano Chau, Otto, Nação Zumbi, Pink Floyd, Lenine...

Baixe aqui o Album "Sevilha"
http://www.badongo.com/file/2739727


Baixe aqui o Album "Filhos da Terra"
http://www.badongo.com/file/2460517

Eloi Iglesias



Beijo do Minotauro

BelRock - Rock Pan


Baixe a aqui o álbum "BelRock 1 - Rock Pan"
http://www.badongo.com/file/2738351



Baixe a aqui o álbum "BelRock 2 - Rock Pan"

Simone Almeida


Um repertório que pulsa com o coração da Amazônia e tem alma brasileira. RECADO é acima de tudo um trabalho muito bem cuidado de uma cantora afinada, de voz aveludada e amadurecida, que costuma se envolver e emocionar com a magia das canções.

Baixe aqui o Album "Recado"

http://www.badongo.com/file/2460650



Simone Almeida sempre nos surpreende, seu trabalho, alicerçado na sensibilidade acima de tudo é, a cada interpretação, um momento de emoção, de parceria com as canções que escolhe cantar. No repertório Marco Antônio Quinan, Eudes Fraga, Marcos Quinan, Chole Giannotti, Fernando Dako,Edmar Rocha, Vital Lima, Nádia Mariano, Nilson Chaves, Joãozinho Gomes, Celso Viáfora, Marco André, Márcio Macedo, Walter Freitas e Jamil Damous.

Baixe aqui o álbum "Quando Teu Amor Chegou Em Mim"
http://www.badongo.com/file/3881681

Música Instrumental Paraense - Sol


Baixe aqui o Album "Música Instrumental Paraense - Sol"
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Xamã


Solve et Coagula

Rafael Lima

Baixe aqui o Album "Arribadas"

Filhos de Glande • 2007


O balacobaco do ziringuindum do esquindolelê vai penetrar as ruas da Cidade Velha

O bloco carnavalesco cultural anti-spam e poliesportivo Filhos de Glande pede passagem e avisa: a partir de domingo, 11 de fevereiro de 2007, às 16h30, o Carnaval de rua de Belém não vai ser igual àquele que passou.
É que nesse dia o Filhos de Glande estréia na avenida levando muito bom humor, irreverência e cabeções para as ruas da Cidade Velha.

Com mais de 6 bilhões de associados, o bloco quer espalhar pela avenida a filosofia de que todo ser humano - independente da sua classe social, cor ou religião - é um filho de glande.
Armando Pinto, urologista e diretor do bloco, afirma: “nosso desfile é pela paz, pela alegria e pelo amor. Todos viemos do mesmo lugar, somos todos irmãos, por isso todo mundo está convidado a sair no bloco.”
Glandes protegidas:

O Filhos de Glande também vai inovar na avenida. A diretoria informa que, durante a passagem do bloco, serão distribuídas mais de 1.500 camisinhas, o que, segundo o diretor de harmonia, Jacinto Bee Lau, “é uma forma de alertar às pessoas sobre a importância de ter a sua glande bem protegida.”

Baixe Aqui a Marchinha "Filhos de Glande - 2007"

Guitarrada


Baixe aqui o Album "Guitarradas - Lambadas • Ritmos Alucinantes"
http://www.badongo.com/file/2450488



Baixe aqui o álbum "O Melhor das Guitarradas"
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Mosaico de Ravena



Beto Barbosa

Raimundo Roberto Morhy Barbosa, o Beto Barbosa é um cantor brasileiro.
Considerado o Rei da
Lambada, surgiu na década de 1980. Famoso compositor de Adocica, um de seus grandes sucessos que vendeu cerca de três milhões de cópias. Ao longo de sua carreira, gravou dez LPs e 11 CDs. Ganhou diversos prêmios, como o Troféu Imprensa.

Morando atualmente em São Paulo/SP, continua se apresentando pelo país.

Baixe aqui o álbum "Dose Dupla"
http://www.badongo.com/file/4197548

Waldemar Henrique

Waldemar Henrique da Costa Martins (Belém, 15 de Fevereiro de 1905 - Belém, 29 de março de 1995), foi pianista, escritor e compositor paraense.
Waldemar Henrique, filho de um descendente de portugueses e de uma índia. Depois de perder a mãe muito cedo, foi com o pai para
Portugal, retornando ao Brasil em 1918. A partir de então viajou pelo interior da Amazõnia, época em que travou contato com os elementos da cultura e do folclore amozõnicos que seriam mais tarde característicos de sua obra musical. A primeira música de susseso de Waldemar Henrique foi "Minha Terra", composta em 1923. Em 1929 estudou no conservatório Carlos Gomes, pelo fato de sua família ser contra, seu pai insistiu para que ele se desviasse de sua vocação empregando-o num banco. Se mudou para o Rio de Janeiro em 1933, onde estudou piano,composição, orquestração e regência. Suas obras têm principalmente como tema o folclore amazônico, indígena, nordestino e afro-brasileiro.

Pinduca

Aurino Quirino Gonçalves, ou simplesmente Pinduca Natural da cidade de Igarapé-Mirim, interior do Estado do Pará, é de uma família de músicos, seu pai José Plácido Gonçalves, falecido no dia 06/09/1997 com 103 anos, era professor de música, foi com ele que Pinduca aprendeu as primeiras notas musicais.

Pinduca, é um dos maiores representantes da cultura popular no Brasil. Cantor e compositor , o "Rei do Carimbó" (como é carinhosamente conhecido) criou ritmos, como: Sirimbó, Lári-Lári, Lambada e Lamgode.


Baixe aqui o álbum "Série Raizes Nordestinas"
http://www.badongo.com/pt/file/9805877

Leila Pinheiro


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Leila Pinheiro

Jane Duboc

Jane Duboc Vaquer (Belém do Pará, 16 de novembro de 1950) é uma cantora e compositora brasileira.
Aos treze anos de idade Jane Duboc já fazia apresentações
filantrópicas no colégio onde estudou, na televisão e em festivais. Em Belém, formou o conjunto Ilusão e quando morou em Natal o Quarteto das Tri, cujo nome se deve ao fato de todas as integrantes terem sido tri-campeãs nos esportes (era um conjunto que imitava o Quarteto em Cy). Atuou muito como esportista, ganhando muitas medalhas em competições estaduais de natação, voleibol, tênis e tênis de mesa. Pelas qualidades esportivas, a Assembléia Legislativa de Belém criou o prêmio Jane Duboc Vaquer para incentivar todos esportistas paraenses.

Nos últimos anos também investiu voz em publicidade, gravando comerciais que foram veiculados em rede nacional: Lojas Riachuelo, Carrefour, Soletur Turismo, Desodorante Impulse, Vódica Eristof, Cerveja Bhrama, Banco do Brasil, Biscoitos Nabisco, Chocolates Sufflair, dentre outros.
Jane é casada com o empresário Paulo Amorim e tem um filho, o cantor
Jay Vaquer.

1977 - Acalantos



1977 - Música popular do Norte



1980 - Languidez



1982 - Jane Duboc



1983 - Depois do Fim (participação especial da banda
Bacamarte)



1985 - Ponto de partida



1987 - Jane Duboc



1988 - Feliz



1991 - Além do prazer



1992 - Brasiliano


1992 - Movie melodies




1993 - Jane Duboc




1993 - Jane Duboc -
Paraíso (Com Gerry Mulligan)




1994 - Chama da paixão




1995 - Partituras


1996 - From Brazil to Japan




1998 - Todos os caminhos




1998 - Da minha terra (Jane Duboc e Sebastião Tapajós)




1999 - Clássicas (Zezé Gonzaga e Jane Duboc)



2002 - Sweet Lady Jane

Bob Freitas

Roberto Gentil Nogueira de Freitas, conhecido como Bob Freitas, (Belém do Pará, 13 de maio de 1953) é um arquiteto, compositor, arranjador, violonista e guitarrista brasileiro
Estudou iniciação musical com o prof. Adelermo Matos, no extinto conservatório de Belas Artes do Pará, violão popular com o prof Tó Teixeira, improvisação com os prof. Elias Salgado, Lucio Canello e Nelson Faria e arranjo com os profs. Jeff Gardner e Laércio de Freitas, o tio.
Aos 14 anos já gravava profissionalmente, como guitarrista, nos estúdios da Phlips do Brasil (RJ) como solista das bandas "The Kings" (PA) e "Maniacos" (RJ).
Fundador do grupo teatral paraense "Experiência", atuou como ator e músico na peça "Os Viajantes" de Isabel Câmara e no espetáculo musical "Happening", de criação coletiva do grupo.
Considerando os antigos LP (
Long Plays) com os atuais CD, soma mais de duas centenas e meia de participações em gravações de áudio, tanto como músico e quanto como arranjador, tendo atuado também em shows com os mais conhecidos cantores da região, dos quais destacam-se Walter Bandeira, Fafá de Belém, Maria Lídia, Leila Chavantes, Letícia Secco, Andréa Pinheiro e Hélio Rubens, dentre muitos outros.
Participou da banda do Maestro Guilherme Coutinho, do Grupo Gema e mantém, há mais de vinte anos, um trabalho de duo instrumental com o violonista
Nego Nelson, com o qual lançou os CD "SOLOS DO NOSSO SOLO" I e II.
Com incentivo da lei municipal Tó Teixeira e patrocínio exclusivo do Banco da Amazônia S/A, lançou recentemente o seu primeiro album solo instrumental, intitulado "ENFIM SOLO" predominantemente autoral, respondendo por 10 das 11 composições gravadas e assumindo todos os arranjos e a direção musical.
Trabalha atualmente na produção do projeto musical "Guitarra Cabocla", em parceria com o prof. Ziza Padilha, que, de forma sistematizada, propõe-se a resgatar, verticalizar e disseminar, até como forma de linguagem, uma maneira muito particular de tocar guitarra, aprofundando o estudo das influências latina e caribenha que caracterizam o trabalho de velhos e consagrados mestres paraenses como Vieira, Solano, Curica, Aldo Sena e muitos outros.
Como arquiteto e urbanista, em 30 anos de atuação initerrupta, assina a autoria de mais de duas centenas de projetos, construídos praticamente em todas as grandes cidades brasileiras, abrangendo sedes institucionais, agências bancárias, galerias de lojas, urbanização de glebas, empreendimentos habitacionais, escloas, lojas em shopping centers, etc.

Sebastião Tapajós

Sebastião Tapajós é um violonista e compositor brasileiro. Começou a tocar violão aos nove anos com o pai, e estudou violão no Conservatório de Lisboa e no Instituto de Cultura Hispânica de Madrid.

Ao longo de sua carreira, o artista já tocou com nomes conhecidos da MPB como
Hermeto Paschoal, Zimbo Trio, Waldir Azevedo, Paulo Moura, Sivuca, Gerry Mulligan, Astor Piazzolla, Oscar Peterson, Paquito D’Rivera, Zimbo Trio, Maurício Einhorn e Joel do Bandolim.

Tapajós é hoje um músico consagrado na Europa, onde se apresentou um sem-número de vezes durante as últimas décadas, particularmente na Alemanha e já lançou mais de cinqüenta discos.

1963 - Apresentando Sebastião Tapajós E Seu Conjunto


1968 - O Violão É... Tapajós


1976 - Guitarra Fantástica


1979 - Violão & Amigos


1982 - Guitarra Criolla


1982 - Zimbo Convida Sebastião Tapajós
http://www.badongo.com/pt/file/11047942

1984 - Maurício Einhorn & Sebastião Tapajós


1986 - Visões Do Nordeste


1986 - Painel


1987 - Villa-Lobos
http://www.badongo.com/pt/file/11048167

1988 - Lado A Lado (Gilson Peranzzetta e Sebastião Tapajós)
http://www.badongo.com/pt/file/11048324

1989 - Terra Brasis


1989 - Brasilidade (Sebastião Tapajós e João Cortez)


1990 - Reflections (Gilson Peranzzetta E Sebastião Tapajós)


1993 - Instrumental No Ccbb (Sebastião Tapajós, Gilson Peranzzetta, Maurício Einhorn e Paulinho Nogueira)


1997 - Amazônia Brasileira (Sebastião Tapajós e Nilson Chaves)
http://www.badongo.com/pt/file/8126641


1997 - Ontem E Sempre


1997 - Afinidades (Sebastião Tapajós e Gilson Peranzzetta)


1998 - Da Minha Terra (Jane Duboc e Sebastião Tapajós)


2000 - Acorde Violão







Baixe aqui o Album "Solos da Amazônia"
http://www.badongo.com/file/2450806

Nilson Chaves



Interior com Vital Lima




Amazônia Brasileira - Com Sebastião Tapajós





Não peguei o Ita



Maniva

Pedrinho Cavalléro

José Pedro Bastos Cavalléro, nasceu em Belém do Pará, Amazônia, Brasil, no dia 8 de novembro de 1958. Filho de Nely Bastos Cavalléro e Pedro Alexandrino de Magalhães Cavalléro, sobrinho-neto do maestro e compositor Theóphilo de Magalhães, autor do hino do soldado: "Nós somos da Pátria ..." e neto da professora de teoria e prática de piano Maria José (Zezé) Magalhães Cavalléro.
Começou estudar
violão aos 8 anos de idade com sua mãe, que lhe ensinou os primeiros acordes. Tendo sempre a música como parte vital de sua vida, estudou nos anos 70 com o profº Zé Bastos, mais tarde com Everaldo Pinheiro, pai da cantora Andréa Pinheiro e fez curso de harmonia com o inesquecível Almir Chediak, em 1984.Ainda nos anos 80 estudou canto com o profº Samuel e depois com uma das divas da música paraense profªMarina Monarca. Começou a compor aos 12 anos (1971)provocado e estimulado por um festival de música, produzido pelo centro de cultura do seu colégio, "Deodoro de Mendonça", sendo premiado em 2ºlugar com a música "Estou Só", sua primeira composição. Em 1976, reencontra Jorge Andrade, seu amigo de infância, amadurecendo seu lado poeta e começa uma das grandes parcerias da música paraense, que perdura até hoje. Em 1977, participou do primeiro grande festival de sua carreira, patrocinado pela prefeitura; "Três Canções para Belém", sendo um dos finalistas com a música "Bem Te Vi", em parceria com Jorge Andrade.A música foi interpretada e gravada em LP por Rafael Lima,sendo sua primeira gravação, no ano seguinte. Daí em diante, conhece novos e antigos compositores e entra para o convívio cultural da cidade. Em 1979 é convidado a participar do Grupo Experiência, através de um dos seus integrantes da época, Ruy Godinho, e exerce a função de diretor musical e compositor da peça "Os Perigos da Bondade".Foram três músicas compostas para esse espetáculo:"Tema instrumental de Abertura", "Tema para Cearim" e "Amor Covil", essas duas últimas em parceria com Jorge Andrade. Também com Jorge Andrade criou a música "Pivete",que fazia parte do repertório da peça "Ver de Ver o Peso" do mesmo Grupo, em suas primeiras versões.Ainda em 1979,faz seu primeiro Show "Feira de Música".Produzido pelo compositor Antonio Carlos Maranhão,um grupo de novos artistas(Pedrinho Cavalléro, Zé Serra, Zé Luiz Maneschy, César Escócio, Fernando Antunes,Saint Clair, Kzan Gama, Armando Hesket, Albery de Albuquerque Jr,Alfredo Reis)se encontram para uma grande mostra musical no Teatro Experimental Waldemar Henriquesendo este, o primeiro evento musical deste teatro. Nesse ano, conhece o compositor Nilson Chaves e começa uma grande amizade que dura até hoje. Foi a partir dela, que em 1981, com produção do próprio Nilson, que grava no Rio de Janeiro seu primeiro disco; um compacto duplo entitulado "Prato de Casa", com 4 faixas todas em parceria com Jorge Andrade(Prato de Casa, Bem te Vi, Vereda e Idolatria ),com participação do saudoso Tota na bateria, um paraense que estava radicado a uns anos no RJ, que no ano seguinte vinha a falecer, e ao piano, na faixa "Prato de Casa", Antonio Adolfo e do próprio Nilson Chaves que divide com ele a faixa "Vereda".O disco é lançado em Belém em junho de 1982 com o show "Prato de Tudo", no Teatro Experimental Waldemar Henrique, que lançava também o 1ºLP de Nilson Chaves "Dança de Tudo", com a paticipação de Vital Lima, Rosina Minari e o Grupo Gema. Também em 1979, começa a tocar na noite de Belém tão assiduamente, que ganha o apelido carinhoso do poeta e amigo Ruy Barata, de "Operário da Noite".Em 1980 funda o grupo "Nativo" e participa do Projeto Jayme Ovalle,no Teatro da Paz.Logo em seguida, com o mesmo grupo no mesmo teatro, participa da Feira Pixinguinha, promovida pela Funarte e produzida em Belém pelo grande compositor Sidney Miller.O projeto Pixinguinha, surge na vida desse artista em 1983, numa "Janela para os novos", que era uma pequena participação nos Shows dos artistas que vinham de fora.Sua participação foi junto com Tête Espíndola , Almir Satter e outro artista local, Armando Hesket.Em 1983, Pedrinho começa a participar dos festivais pelo Brasil."O Palco é Nosso" em Porto Alegre(RS), produzido pelo diretório de Arquitetura da UFRGS,foi o primeiro, sendo finalista com a música "Estrela da Manhã", em parceria com Jorge Andrade.
Por 15 anos(79 a 94), trabalhou em quase todos os bares, hotéis, casamentos, aniversários, shows em várias cidades do interior e em outros estados. Os
festivais de música, primeiro no ambito escolar(A partir de 1971), depois no regional(a partir de 1977) e por fim nos nacionais(a partir de 1983), são muito importantes na vida desse artista que hoje, além de participar como concorrente por todo o Brasil, também coordena esses eventos em colégios, clubes e prefeituras por todo o estado do Pará.



Baixe aqui o Album "21 Anos"
http://www.badongo.com/file/2460766